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Foto: Blog Sociedade Ativa. |
O Ministério Público Federal (MPF) em Assu ingressou com uma
ação contra o prefeito de Pendências, Ivan de Souza Padilha; a Construtora
Cageo Ltda.; e seu sócio-administrador, Carlos Henrique de Oliveira Dantas. O
gestor é acusado de repassar recursos para construção de casas populares, à
empresa, sem que a obra tivesse sido efetivamente concluída.
Um convênio firmado entre o Departamento Nacional de Obras
Contras as Secas (Dnocs) e o Município de Pendências previa repasse de R$ 600
mil para construção de 40 casas populares e teve vigência de janeiro de 2009 a
janeiro de 2012. Desse total, R$ 200 mil foram efetivamente transferidos à
Prefeitura e o restante do repasse foi suspenso porque não houve conclusão
sequer da etapa paga.
As casas seriam destinadas a famílias das comunidades Ilha de
São Francisco, Massapé, Boa Vista, Pedrinha e Amargoso. A Cageo foi contratada,
porém não construiu todos os imóveis e ainda utilizou material de baixa
qualidade na obra, deixando diversas residências com problemas estruturais.
De acordo com a ação, assinada pelo procurador da República
Victor Queiroga, fiscalizações da Controladoria Geral da União (CGU) apontaram
que em algumas casas faltavam portas ou janelas e muitas apresentavam
rachaduras. O próprio Dnocs, em visita técnica ao local, constatou que apenas
onze foram concluídas e nove apresentavam somente a alvenaria com cobertura de
telha de cerâmica.
Veja a matéria na íntegra clicando AQUI!
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