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Robinson Faria, Governador do Rio Grande do Norte (Foto: Thyago Macedo/G1). |
A ministra Rosa Weber, do Supremo
Tribunal Federal (STF), negou pedido formulado pela defesa do governador
Robinson Faria (PSD) e de seu filho, o deputado federal Fábio Faria (PSD-RN),
para que fosse suspenso o andamento de inquérito em que são investigados em
decorrência de fatos narrados em acordos de colaboração premiada de executivos
do grupo J&F.
A investigação teve início a
partir de depoimento prestado por Ricardo Saud à Procuradoria Geral da
República (PGR). Na ocasião ele afirmou que, em um jantar realizado na
residência de Joesley Batista, teria acertado com Robinson e Fábio Faria o
pagamento de vantagens indevidas para que a Companhia de Águas e Esgotos do Rio
Grande do Norte (Caem) pudesse vir a ser privatizada, no caso de Robinson
Mesquita de Faria se eleger governador do RN em 2014.
Para a defesa dos políticos, o
procedimento de revisão das colaborações premiadas instaurado pela PGR depois
do vazamento do áudio de uma conversa entre Ricardo Saud e Joesley Batista, que
gerou um quadro de suspeição e falta de credibilidade aos depoimentos,
prejudicam a racional apuração dos fatos e inviabiliza, por completo, o exercício
do direito de defesa.
Além disso, após a divulgação dos
áudios, a imprensa nacional divulgou que Joesley e Ricardo Saud iriam
apresentar à PGR um anexo complementar. A defesa pediu, assim, que fosse
juntado aos autos esse anexo.
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Deputado Fábio Faria compõe a bancada federal do Rio Grande do Norte e é filho do governador do estado potiguar (Foto: Reprodução/Facebook).
Do *G1 RN.
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